terça-feira, abril 25

segunda-feira, abril 24

Platanos enlutados pela quarta vez ...

Quercus atenta aos problemas do bairro

Lê-se no Site do Núcleo de Lisboa da Quercus:


"Os moradores deste bairro lisboeta, propuseram num abaixo-assinado enviado à Câmara Municipal de Lisboa, a criação de percursos pedonais e a plantação de espécimenes vegetais, na Rua Ramalho Ortigão que recentemente foi reaberta ao trânsito. Os moradores querem ver devolvida a qualidade de vida nesta via do bairro."

Obrigado Quercus

sábado, abril 1

A Política ambígua da CML para a R. Ramalho Ortigão

Pode ler-se, no Forum Cidadania:


Por um lado a CML faz questão de "gritar" para a comunicação social que está empenhada em trazer a população de volta para o centro da cidade, revitalizando e humanizando o centro urbano, mas por outro continua a insistir em sulcar os bairros de Lisboa com autênticas vias-rápidas, como é o que acontece com a Rua Ramalho Ortigão, no Bairro Azul.

Como se isso não bastasse, reabriu o Viaduto sem os arranjos necessários e reduziu os passeios a 80 cm . Isto apesar das propostas dos moradores para reduzir as duas faixas actuais para uma única com lombas permitindo o alargamento dos passeios e plantação de árvores, e dos inúmeros atropelos diários ao Código da Estrada, sendo a passadeira existente completamente opcional para quem acelera.

E não contente com isso a CML pretende agora encerrar a Garagem Glória , estabelecimento que, bem (do ponto de vista logístico) ou mal (do ponto de vista ambiental), serve o Bairro Azul há mais de 70 anos e faz parte da rede de comércio de proximidade que existe neste bairro de Lisboa.

A tentativa da CML fechar a Garagem Glória prende-se com a intenção em abrir uma 3ª faixa de rodagem na Avenida António Augusto Aguiar (sentido Praça de Espanha-Fontes Pereira de Mello no troço entre a Rua Ramalho Ortigão e Rua Marquês da Fronteira) , aumentando ainda mais a apetência dos condutores pela "via rápida" Ramalho Ortigão, desconsiderando peões e moradores , e contrariando a vontade dos moradores, em verem reduzidas as faixas de rodagem na Rua Ramalho Ortigão, expressa em abaixo-assinado.


Ana Santos e Ricardo Messias/ Obrigado Forum Cidadania

Silêncio do Metro – o que se vai passar na frente do Bairro Azul?




A proposito de auto-estradas e ambiente na cidade, ver A Morte da Cidade, graças ao Tiago Figueiredo, da Alta de Lisboa

sexta-feira, março 17

Tragam a " SNIF"

Anda por aí uma equipa da Faculdade de Ciências (U.Nova) a fazer medições de indices de poluição na cidade.

Pois bem vindos. Venham até à António Augusto de Aguiar, zona do El Corte, onde circulam, a pé, largos milhares de pessoas todos os dias.

Ficaríamos alarmados?


Poluentes - Alguns dos principais efeitos dos poluentes englobados no índice de qualidade do ar (Fonte: www.qualar.org )


Monóxido de Carbono - Inibe a capacidade do sangue em trocar oxigénio com os tecidos vitais, podendo em concentrações extremas provocar morte por envenenamento - afecta principalmente o sistema cardiovascular e o sistema nervoso. Concentrações mais baixas são susceptíveis de gerar problemas cardio-vasculares em doentes coronários (p.ex. casos de angina de peito); concentrações elevadas são susceptíveis de criar tonturas, dores de cabeça e fadiga.


Dióxido de Azoto - Altas concentrações podem provocar problemas do foro respiratório, especialmente em crianças, tais como doenças respiratórias (asma ou tosse convulsa). Doentes com asma podem também sofrer dificuldades respiratórias adicionais com estes elevados teores. É um poluente acidificante, envolvido em fenómenos como as chuvas ácidas (felizmente têm pouca expressão no nosso país), as quais acidificam os meios naturais (p.ex. as águas de lagos) e atacam quimicamente algumas estruturas, p.ex. materiais metálicos (corrosão), bem como tecidos vegetais


Dióxido de Enxofre - Altas concentrações podem provocar problemas no tracto respiratório, especialmente em grupos sensíveis como asmáticos. É um poluente acidificante, contribuindo para fenómenos como as chuvas ácidas que têm como consequência a acidificação dos meios naturais (p.ex. lagos) ou a corrosão de materiais metálicos


Ozono- É um poderoso oxidante, o que se reflecte nos ecossistemas, nos materiais e na saúde humana. Pode irritar o tracto respiratório, já que o oxida, podendo provocar dificuldades respiratórias (p.ex. impossibilidade de respirar fundo, inflamações brônquicas ou tosse). É o principal constituinte do smog fotoquímico, o qual é frequentemente associado a diversos sintomas (ver mais informações) particularmente em grupos sensíveis como crianças, doentes cardiovasculares e/ou do foro respiratório e idosos. É, frequentemente, apontado como o principal responsável por perdas agrícolas e danos na vegetação, existindo espécies particularmente sensíveis ao seu efeito tal como o Pinus Alepensis (espécie de pinheiro existente, p.ex., na Serra da Arrábida).


Partículas -São um dos principais poluentes em termos de efeitos na saúde humana, particularmente as partículas de menor dimensão que são inaláveis, penetrando no sistema respiratório e danificando-o. Têm-se caracterizado por serem, pretensamente, responsáveis pelo aumento de doenças respiratórias (p.ex. o aumento da incidência de bronquite asmática). Podem ser responsáveis pela diminuição da troca gasosa em espécies vegetais, nomeadamente através do bloqueamento de estomas. Danificam igualmente o património construído, especialmente tintas

sábado, fevereiro 11

Viaduto: abertura aos peoes


Prometida a abertura do viaduto Eng. Edgar Cardoso, na Ramalho Ortigão, a partir do fim-de-semana de 11 e 12 de Fevereiro. Hoje sábado, 11, era assim a meio da tarde:



Os passeios terão sido alargados e melhorados? O melhoramento das condições de atravessamento tem sido uma das sugestões da CM do Bairro.



O viaduto permite uma das vistas mais previlegiadas para o Aqueduto das Águas Livres, o que aconselharia algum destaque na infraestrutura em causa.




E as gentes da Ramalho Ortigão? Preparados para uma inundação de trânsito e poluição?

sexta-feira, janeiro 20

Visitantes de Janeiro



Jardins da Embaixada de Espanha | "Congresso" de estorninhos(?) nos fins de tarde de Janeiro. Pressione na imagem para aumentar e contar ...

domingo, janeiro 1

Que mais se pode fazer?

Experimentem passear na Rua Ramalho Ortigão sem prestar atenção ao que pisam, sem fazer o devido "slalom", sem trazer para casa apenas quantidades homeopáticas de merda de cão, sem cumprimentarem as dezenas (nenhum exagero) de dejectos caninos oferecidos a cada morador, a cada visitante.

OBRIGADO CARÍSSIMOS VIZINHOS PROPRIETÁRIOS DE CÃES. As ruas não seriam tão divertidas sem o vosso contributo. Também que mais se pode fazer nestes passeios sem esplanadas, ou outras formas de animação social?

Pobre Rua aqui e aqui

A lógica do Motocão/ in Público Local - 03/01/06

Existem leis que ninguém cumpre e, estranhamente, a CML não se preocupa em fazê-las cumprir. Pelo contrário, arranja alternativas (?) que todos pagamos e que desculpabilizam os infractores. Um bom exemplo é a questão dos milhares de pilaretes que poluem a cidade: é proibido estacionar em cima do passeio mas, em vez de se fazer respeitar a lei, mandam-se plantar pilaretes (pagos por todos nós), de todas as formas e feitios, tornando a cidade cada vez mais feia e hostil.

Dentro da mesma lógica, surgiram recentemente os extraordinários Motocães. Depois de milhares de contos gastos em campanhas publicitárias onde se apelava ao civismo, voltamos à estaca zero: quem cumpria a lei e apanhava os dejectos do seu cão, deixou de o fazer. Para quê apanhar a merda do cão se a CML oferece um serviço de merdo-aspiração (pago por todos nós), com funcionário encartado (pago por todos nós), que os liberta desse dever básico? À espera que o Motocão passe, a cidade assemelha-se, cada vez mais, a uma imunda retrete pública!

Neste início do ano pedimos à CML que aspire mais alto, que esqueça de vez a “lógica do Motocão”, que apele ao civismo, que mobilize os cidadãos e que faça cumprir as leis!

Ana Alves de Sousa
Moradora no Bairro Azul

sexta-feira, dezembro 23

PLATANOS ABATIDOS

Plátanos da entrada do Bairro Azul - provávelmente as únicas sobreviventes em toda a Av. António Augusto de Aguiar, em direcção à P. de Espanha - vão continuar de luto !


Publico Online



"Moradores do Bairro Azul e a junta de Freguesia de São Sebastião da Pedreira, em Lisboa, pretendem impedir o eventual derrube de três plátanos, previsto pelas obras de prolongamento da linha vermelha do Metropolitano.

Os deputados da Assembleia Municipal de Lisboa (AML) aprovaram ontem uma moção subscrita pelo presidente da junta de freguesia, Nelson Antunes (PSD), que pede à autarquia lisboeta que "não autorize que o Metropolitano de Lisboa possa abater os plátanos", situados no cruzamento da rua Marquês da Fronteira com as avenidas António Augusto de Aguiar e Ressano Garcia.

"A pretensão do Metropolitano de Lisboa é derrubá-los. Estão num local de passagem, de convívio e de encontros", sublinha Nelson Antunes, na proposta.Na opinião do presidente da freguesia, numa altura em que está a decorrer a revisão do Plano Director Municipal, o plano de pormenor da Praça de Espanha e Avenida José Malhoa, o projecto urbano campus de Campolide e a classificação de bem cultural como conjunto de interesse municipal do Bairro Azul, "será de todo inqualificável que qualquer obra possa pôr em causa a frente" deste bairro.O presidente do Metro, Mineiro Aires, esclareceu que ainda não há uma decisão sobre este assunto e explicou que está previsto que passe um túnel sob a zona onde se localizam os plátanos.

*"Ou se abatem ou morrerão",* afirmou o responsável, garantindo que a questão "está a ser analisada internamente e com a Câmara e a junta de freguesia", para tentar encontrar soluções alternativas.

A Comissão de Moradores SOS Bairro Azul está a promover um abaixo-assinado, que já recolheu cerca de 400 assinaturas, contra o derrube dos plátanos.

No documento, os moradores sublinham que as árvores estão "em bom estado fitossanitário e funcionam para o bairro como uma barreira de protecção da intensa poluição atmosférica e sonora".

Caso não seja possível evitar o abate das árvores, a comissão defende que seja previsto um projecto de reflorestação após as obras, "para que aquela zona não fique depois uma terra de ninguém", disse Ana Alves Sousa, do movimento de residentes do Bairro Azul.

Mineiro Aires frisou que a empresa "não é insensível" e procura sempre "as soluções que causem menor impacto ambiental", mas o presidente da empresa considerou que "estas obras implicam sacrifícios".

O responsável sublinhou que a obra se desenvolve ao longo de vários quilómetros, pelo que não é "de crer que não haja impactos ou algumas implicações".

O presidente do Metro adiantou que, caso não haja solução, serão adoptadas "medidas de compensação".

segunda-feira, dezembro 19

Ser peão em Lisboa ...

No Bairro Azul - Atravessar a Av. A.A.Aguiar – 3 pontos negros:

1 Cruzamento Av. A.A.Aguiar - Rua Marquês de Fronteira.

Existia aí uma passadeira que foi apagada e um sinal que foi retirado. Há anos que vimos pedindo à CML para repintar a passadeira e recolocar o sinal. Junto a uma das maiores superfícies comerciais da Europa e a um bairro com uma população muito envelhecida, as pessoas nunca deixaram de atravessar a rua neste local, agora sem qualquer protecção. Os atropelamentos são frequentes.

Situação denunciada em: http://transitestacionbazul.blogspot.com/

2 Entroncamento Av. A.A.Aguiar - Rua Ramalho Ortigão

Situação extremamente perigosa já que se atravessa a Av. A.A.Aguiar a dois tempos. Os peões, nomeadamente dezenas de crianças que frequentam os infantários da zona e se deslocam com frequência aos jardins da Fundação Gulbenkian, ficam na pequena “ilha” completamente desprotegidos, enquanto os carros circulam em ambos os sentidos a altas velocidades. Esta situação foi também já por diversas vezes referida à CML. Os acidentes nesta local são também frequentes.

Situação denunciada em: http://transitestacionbazul.blogspot.com/

3 Entroncamento Av.A.A.Aguiar – Rua Henrique Alves

Não existe neste local passagem de peões. No entanto, dezenas de pessoas atravessam aqui, porque a entrada para o jardim da Fundação Gulbenkian é mesmo em frente. Pensamos que é também urgente criar aqui um ponto de atravessamento seguro.

Como se tem visto, a inacção da CML tem consequências, por vezes terríveis. É urgente evitar que mais dramas se repitam.

Ana Alves de Sousa

sexta-feira, dezembro 9

Palacio Leitao


O Palácio Leitão, uma das "Jóias" arquitectónicas e vizinho do Bairro Azul.
(Clique na foto para aumentar)

segunda-feira, novembro 28

Premio Nobel viveu na Ramalho Ortigao








No âmbito da comemoração dos 60 anos da atribuição do Prémio Nobel da Literatura à poetisa chilena Gabriela Mistral, decorreu a 29 de Novembro, pelas 11.00 horas, no n. 11 da Rua Ramalho Ortigão (Bairro Azul), uma cerimónia em que se descerrou placa evocativa do local onde habitou a escritora sul americana, cônsul do Chile em Lisboa, entre 1935 e 1939. A Comissão de Moradores esteve presente, e convidou representantes da Escola Marquesa de Alorna e do Teatro Aberto.

"La época vivida en Lisboa es, para Gabriela, feliz, tranquila y de gran producción. En suelo lusitano escribe la serie de poemas llamada «Saudade», que aparecerá incluida más tarde en su libro Tala. Dicta conferencias y colabora en las principales publicaciones portuguesas. Estalla la guerra civil española, acontecimiento que la golpea profundamente. Se desplaza a París para formar parte de las reuniones del comité de publicaciones de la Colección Clásicos Iberoamericanos."


"Neste Portugal encontrei paz, tendo um ano de felicidade, nada menos que felicidade", lê-se na placa evocativa descerrada ontem no prédio com o número 11 da Rua Ramalho Ortigão, no Bairro Azul, em Lisboa.





Se voltasse hoje a Lisboa e à sua casa no Bairro Azul, o que sentiria Gabriela Mistral ao ver a sua rua, a Ramalho Ortigão, transformada em auto-estrada?

domingo, novembro 27

Blog do Dia no DN

Obrigado DN. Um pequeno gesto, de atenção, que nos encoraja. Aqui

sábado, novembro 19

Abaixo Assinado



A Comissão de Moradores promove actualmente um Abaixo Assinado favorável à reabilitação da Rua Ramalho Ortigão, há decadas sacrificada ao atravessamento de transito. Este documento encontra-se disponível para assinar na Mercearia Ideal, nº 17 da R.Ortigão.

Para Assinar pressione aqui

segunda-feira, outubro 17

Ramalho Ortigao

A construção do bairro azul teve início, na década de trinta, precisamente pela frente António Augusto de Aguiar/ Ramalho Ortigão. A configuração desta última rua era semelhante à actual configuração da Av. Ressano Garcia ou da R. Fialho de Almeida: passeios largos, apenas duas faixas de circulação automóvel.

Na década de setenta, a ramalho ortigão sofreu a transformação que agora lhe conhecemos: uma rua de um bairro tradicional, é desventrada, e transformada num atravessamento para os automóveis que entram e saem da cidade. Circula-se a velocidades que resultam em atropelamentos e sustos, as pessoas atravessam a rua amedrontadas, crianças e idosos em risco particular.

Em 2003, com as limitações ao transito no viaduto Duarte Pacheco e no bairro azul (que excluiram a ramalho ortigão), os níveis de poluição aumentaram drásticamente. A rua ficou ainda mais "estrada", os habitantes e o bairro mais ameaçados. Um bairro que, pela sua história e património, devia ser exemplar, preservado de atentados deste género.


Relancemos um olhar, mais atento, para a imagem da RO (pressionando para a aumentar): ausência de árvores, de comércio, peões espartilhados entre parede e automóveis em passeios reduzidos, varridos por uma "auto-estrada" de 4 faixas, para acelerar ....



Observe-se nestas duas fotos, a título de exemplo, uma rua, talvez com as dimensões da RO, num bairro de Amsterdão. Convite a fruir o passeio, viver a rua e o seu comércio, sem excluir o automóvel. Vive-se a cidade. E dá que pensar.

sexta-feira, outubro 7

Atravessar a Av. AAA




Pobres de nós, e em particular as crianças, que frequentemente ali têm que atravessar ... entre automóveis apressados e sem sequer um passeio ...

Filipe de Faria said...
É de facto uma situação que requer intervenção urgente. Ficar no meio de duas faixas com trânsito em alta velocidade no vértice de uma bifurcação e sem qualquer protecção é assustador. E é uma passagem que muitas crianças utilizam porque dá acesso ao Jardim Gulbenkian. Já alertei a Comissão de Moradores do BA que está atenta e pedi intervenção à JF de S. Sebastião que remeteu pedido para a CML. A meu ver são urgentes duas medidas: (1) regular os semáforos de forma a permitir a passagem de uma só vez e (2) instalar meios de protecção (sólidos) na plataforma central.

Filipe de Faria said...Caros Vizinhos,
Esta foto foi tirada esta manhã. Um automóvel que descia a Av. AAA terá embatido no semáforo que ficou tombado e projectou a parte superior. Provavelmente terá ele próprio galgado a plataforma central onde os infelizes peões têm de “estacionar” à espera de poder passar. Não sei se estava lá alguém na altura do acidente. Espero que não...
Acho que a foto é impressionante e merece ser utilizada.

quinta-feira, outubro 6

Abandono

Junto a uma das maiores superfícies comerciais da Europa são assim as ruas do nosso Bairro.
Lembro-me, nos anos 60/70, que havia sempre gente nas ruas: sai-se para tomar café, ver as montras das boutiques ou simplesmente para dar uma volta higiénica pelo Bairro a seguir ao jantar. Depois rasgou-se a Ramalho Ortigão. Os carros invadiram o Bairro. Os assaltos aumentaram. As montras das lojas esconderam-se atrás das grades. O Bairro amedrontou-se. Envelheceu. Hoje, são raros os que se atrevem a passear à noite pelas ruas do nosso Bairro que ficam assim: tristes, desertas e abandonadas. Até quando?
Ana Alves de Sousa

Movimento Moradores Associados de Lisboa

Com a organização dos Encontros entre moradores e candidatos, na Voz do Operário, nasceu o Movimento Moradores Associados de Lisboa, que pretende unir os esforços de todos os que se têm dedicado, individual e colectivamente, à melhoria da qualidade de vida na cidade. Este movimento carece agora da atenção e apoio de todos os que se mobilizam quotidianamente por uma cidade gerida com a partição de cada bairro.


Visite o novo Blogue, conheça resumos dos encontros aqui, bem como etapas futuras, e participe.

segunda-feira, outubro 3

Bairro Azul sem residentes ....


Lê-se no Correio da Manhã (online) de 02 de Outubro:
"A candidata do CDS-PP à Câmara Municipal de Lisboa, Maria José Nogueira Pinto, cancelou ontem a acção de campanha prevista para o Bairro Azul, por falta de residentes, transferindo a iniciativa para junto ao rio Tejo, próximo do restaurante Vela Latina, em Belém.

Que pensar desta noticia?

Tiago said... o que a comissão de campanha da Fátima Felgueiras anda a fazer pelo esclarecimento dos eleitores, dando boletins de voto para as pessoas "ensaiarem" o voto no XVII, percebe-se como a Democracia está cada vez mais vazia e desvirtuada de causas.

Outubro 05, 2005 2:01 AM