Após alguns assaltos a viaturas estacionadas no bairro, surge agora esta noticia arrepiante.
Ler no Expresso online aqui
sexta-feira, setembro 30
quinta-feira, setembro 29
Voar baixinho ...
Quando ouvimos dirigentes politicos defender que o Aeroporto deve ficar na Portela por razões turisticas e económicas - que Lisboa perde competitividade face a outras capitais turisticas se tiver um aeroporto a 40 km da cidade, e a transportadora portuguesa perde isto e aquilo - pobres de nós, e de Lisboa, que não pode afirmar o seu charme e atractividade senão pela conforto que oferece aos turistas na viagem, vendendo-se tão barata, e expondo habitantes e visitantes a niveis de ruído e de stress elevados e quotidianos. Economistas e afins deveriam tambem aprender a apresentar os custos para a saude, produtividade e bem estar - a probabilidade de um avião cair é mínima, mas todos os dias, mais do que uma vez, imaginamos uma queda e a catástrofe associada. E ver os problemas e contextos não apenas como são, mas como virão a ser.
Entretanto, consolamo-nos a ver os turistas, e os aviões a passar .... voando baixinho.
At Outubro 03, 2005 1:55 PM, Filipe de Faria said…
O nosso Bairro é vítima presente do ruído e potencial vítima de acidente mas, como diz o Anibal, são factores que não entram nas cogitações dos decisores. A propósito disto, não era suposto não haver aviões durante algumas horas durante a noite ? Se existe alguma restrição deste tipo, estará a ser cumprida ?
terça-feira, setembro 27
segunda-feira, setembro 26
Parques Dissuasores
Estacionamento nos estadios dos grandes clubes ao serviço de lisboa durante a semana. É uma idéia, sobretudo em Alvalade onde existe o Metro como ligação bem perto. Cá estaremos para verificar o cumprimento de tão criativas intenções, e para avaliar da sua eficácia.
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sexta-feira, setembro 16
Candidatos descontrolados
Carmona Rodrigues (já de pé e pronto para abandonar o estúdio da SIC) aproximou-se de Manuel Maria Carrilho, estendendo-lhe a mão para o cumprimentar, mas este recusou o aperto de mão.
"Ordinário", desabafou Carmona Rodrigues, dirigindo-se ao ex-ministro da Cultura de António Guterres que, entretanto, lhe tinha voltado as costas.
in Publico online, 16/09/05
Surpreendente que um candidato que durante o debate esteve sempre ao ataque, recorrendo a um estilo - já demonstrado em outros debates - agressivo, provocatório e cínico, criticando e desrespeitando de forma pouco elegante o seu adversário político, acabe mostrando-se ofendido e sentido, e vitimizando-se. Como uma criança que ataca e provoca no recreio, mas que ao primeiro desaire corre a fazer queixa à professora.
Desespero perante as dificuldades, tentativa de criar um facto político para dele tirar dividentos eleitorais? A política tem que ser feita com instrumentos tão teatrais e desonestos? Ou Maria Carrilho é mesmo hiper-sensível e irritável?
Perde o debate, perdem os politicos, perde Lisboa
"Muita defesa do indefensável Carrilho se lê nos jornais! Como, se ele é atacado? Simples: há uma linha clássica de defesa quando se comete uma asneira grossa e tão evidente que não vale a pena escondê-la, que é meter tudo no mesmo saco e dizer que todos cometeram asneiras." (PP, Abrupto)
Candidatos na Rede: para comparar estilos:
lisboaemboasmaos
lisboaparatodos
lisboa é gente
lisboacomprojecto
cdulisboa
"Ordinário", desabafou Carmona Rodrigues, dirigindo-se ao ex-ministro da Cultura de António Guterres que, entretanto, lhe tinha voltado as costas.
in Publico online, 16/09/05
Surpreendente que um candidato que durante o debate esteve sempre ao ataque, recorrendo a um estilo - já demonstrado em outros debates - agressivo, provocatório e cínico, criticando e desrespeitando de forma pouco elegante o seu adversário político, acabe mostrando-se ofendido e sentido, e vitimizando-se. Como uma criança que ataca e provoca no recreio, mas que ao primeiro desaire corre a fazer queixa à professora.
Desespero perante as dificuldades, tentativa de criar um facto político para dele tirar dividentos eleitorais? A política tem que ser feita com instrumentos tão teatrais e desonestos? Ou Maria Carrilho é mesmo hiper-sensível e irritável?
Perde o debate, perdem os politicos, perde Lisboa
"Muita defesa do indefensável Carrilho se lê nos jornais! Como, se ele é atacado? Simples: há uma linha clássica de defesa quando se comete uma asneira grossa e tão evidente que não vale a pena escondê-la, que é meter tudo no mesmo saco e dizer que todos cometeram asneiras." (PP, Abrupto)
Candidatos na Rede: para comparar estilos:
segunda-feira, setembro 5
Sá Fernandes/ Carrilho
Um debate que me pareceu bem mais vivo que o anterior, e em que Sá Fernandes pareceu mais preparado e confortável, e Carrilho ocasionalmente em apuros. Dois candidatos bem mais em oposição que Nogueira Pinto e Carmona, de áreas mais próximas e mostrando mais fleuma e cerimónia.
Debate que a imprensa não viu?
Jornais de segunda 05 de Setembro - como Publico ou Diário de Noticias - não dizem uma palavra sobre o debate Nogueira Pinto/ Carmona na Sic Noticias. Alguém viu alguma nota sobre este debate? Fala-se só de presidenciais. Porquê?
sexta-feira, agosto 19
A perspectiva de M.J.Nogueira Pinto
Para conhecer a dinâmica da candidatura de MJNP, ver o Blogue - talvez o melhor das candidaturas na rede. E ainda que MJNP possa ser uma boa Presidente, e a CML fique em boas mãos, alguém a quer entregar a cidade? Não devemos lisboetas, que a sentimos bairro a bairro, rua a rua, melhor que ninguém, olhar pela cidade? MJNP certamente de acordo.Candidatos na Rede: para comparar estilos:
sábado, julho 30
Palavras certeiras 6 - Progressiva “Boulevardização”
- Expropriação compulsiva no prazo de um ano, a favor da câmara, de todas as caves licenciadas para estacionamento e hoje ocupadas por comércio ou armazéns se, entretanto, não lhe for restituída a função original
- Pequenos silos de estacionamento de bairro que encorajem o repovoamento dos mesmos
- Progressiva “Boulevardização” (eléctricos, árvores, comércio, esplanadas, residência) das grandes vias rápidas urbanas, à medida que for diminuindo a pressão do automóvel individual
Manuel Graça Dias, Arquitecto in Que faria para melhorar Lisboa?/Público, 29 Julho 2005
- Pequenos silos de estacionamento de bairro que encorajem o repovoamento dos mesmos
- Progressiva “Boulevardização” (eléctricos, árvores, comércio, esplanadas, residência) das grandes vias rápidas urbanas, à medida que for diminuindo a pressão do automóvel individual
Manuel Graça Dias, Arquitecto in Que faria para melhorar Lisboa?/Público, 29 Julho 2005
quinta-feira, julho 28
Carrilho com a Comissao de Moradores
O Professor Manuel Maria Carrilho reuniu no dia 28 de Julho na JFSSP com a Comissão de Moradores para ouvir acerca dos problemas dominantes do bairro. Questões como o estacionamento, o transito, a insegurança, a reabilitação do edificado, ou a integração do bairro nos planos de pormenor da Praça de Espanha e do Campus da Universidade Nova, foram abordadas. MMC congratulou-se com os avanços efectuados no sentido da classificação do bairro, mostrou-se sensível aos problemas enunciados, nomeadamente à falta de equipamento para os jovens e crianças."Lisboa necessita de uma hierarquia de problemas", foi uma das afirmações com que se despediu da CM.
Carmona em campanha, visitou o Bairro Azul
Carmona Rodrigues visitou o Bairro Azul no passado dia 22 de Julho, a convite da Comissão de Moradores. Pode ler o resumo desta visita, na perspectiva da campanha do candidato aqui. A Comissão acompanhou-o por todas as ruas do Bairro, entrando em alguns edifícios notáveis e lojas tradicionais. Apostando na revitalização, o Professor Carmona Rodrigues foi ainda convidado a visitar um edificio onde foram realizadas diversas reconversões exemplares de escritórios em habitação.
quarta-feira, julho 27
Palavras certeiras 5- O que faz falta
"O que faz falta é ... coragem para criar unidades administrativas com proximidade das gentes e dos seus problemas reais para fazer da sua participação um valor com sentido prático, possível e governável. Coragem para criar unidades técnicas e administrativas competentes de tipo empresarial controlado pelo cidadão, de modelo novo a descobrir, a inventar, olhando para a experiência dos outros, vendo onde chegaram e por que caminhos, mas na certeza de que a monstruosidade do modelo gastador, esbanjador de recursos, empatocrata, opaco, ineficaz, tem os dias contados e quanto mais tarde mudarmos pior, mais difícil será e mais caro se tornará."
Tierno da Silva (in Público: O que faria para melhorar Lisboa?/27 Julho 2005)
Tierno da Silva (in Público: O que faria para melhorar Lisboa?/27 Julho 2005)
sexta-feira, julho 22
O meu Bairro foi melhor ..
Carmona Rodrigues defende a criação de prémio municipal que distinga anualmente o melhor bairro da cidade. Segundo o "Público", "não se trata de beneficiar um ou outro, mas dar o reconhecimento a quem luta melhor pelo seu bairro". Muito bem, Professor. Agora é necessário definir com clareza em que consiste o reconhecimento e quais as suas virtudes, em que consiste "lutar melhor" e qual a sua eficácia. E se aprovamos e estimulamos uma cultura da exigência, da iniciativa, e da responsabilização. É dessa "politica" que necessitamos, e sabermos que participação quer a câmara dos moradores e utilizadores dos bairros, quais os comportamentos que podem resultar em mudanças eficazes das condições de vida nos bairros. Certamente não o reconhecimento de esforços inconsequentes, ou de formas de bairrismo espectaculares.
quinta-feira, julho 21
Palavras certeiras 4 - Estadio de "idiotas"
"Em suma: em termos cívicos, o urbanismo da capital continua nessa fase infantil em que a câmara municipal se propõe poupar os lisboetas à maçada de participarem nos negócios da cidade. À luz da teoria política que fundamenta a democracia, é caso para dizer que continuamos no estádio de 'idiotas', palavra grega aplicável a quem se alheia do interesse público e apenas se preocupa com o seu bem-estar pessoal".
Fernando Gonçalves, Arquitecto - in E agora Lisboa? Público, 21/07/05
Fernando Gonçalves, Arquitecto - in E agora Lisboa? Público, 21/07/05
terça-feira, julho 19
Palavras certeiras 3 - As Arvores
"O que faz falta são mais jardins públicos com árvores, uma boa política de investimento na estrutura verde urbana. Não se pode continuar a tapar o sol com a peneira. Neste momento estão a fazer-se estacionamentos a que chamam jardins porque se põe relva por cima. Faz-se muita publicidade quando se planta uma árvore, mas depois arrancam-se 30. As árvores na rua fazem muita falta porque a sua inexistência provoca problemas climáticos como um aumento da temperatura da cidade."Carlos Severo - Arquitecto (in Público: O que faria para melhorar Lisboa?/19 Julho 2005)
Palavras certeiras 2 - Responsabilizaçao
"Enquanto habitantes da cidade, há que abandonar o modelo: "eles" que resolvam o assunto; enquanto autoridades, há que abandonar o modelo: importação de soluções. As cidades só podem desenvolver-se de forma harmoniosa com o envolvimento de todos: não há que ficar à espera que "alguém faça algo". E não há que ficar à espera que algum "técnico" venha com soluções milagrosas resolver os problemas da cidade. Essa coisa de ir "lá fora" buscar as soluções já deu o que tinha a dar. As soluções têm que vir "cá de dentro". Só assim se garante o envolvimento e a responsabilização das pessoas.E esse parece-nos ser o grande desafio da próxima autarquia. Os cidadãos têm que ser, eles próprios, os actores e os pilares de qualquer política urbana. "
José Calisto - Associação Para a Defesa da Qualidade de Vida na 7ª Colina (in Público: O que faria para melhorar Lisboa?/18 Julho 2005)
José Calisto - Associação Para a Defesa da Qualidade de Vida na 7ª Colina (in Público: O que faria para melhorar Lisboa?/18 Julho 2005)
Palavras certeiras 1 - Desertificaçao
"Lisboa tem assistido, nos últimos anos, a um processo absolutamente curioso de crescimento: deixa-se a cidade antiga apodrecer e vamos todos embora fazer uma cidade nova ao lado. Em nenhuma cidade Europeia se verifica esse modelo de desertificação e morte do centro. E veja-se a zona envolvente ao Rossio e Praça da Figueira, toda a Baixa, Avenida da Liberdade, Fontes Pereira de Melo, Avenida da República: ocupadas por escritórios e comércio, desertificadas de habitantes. Há que parar isto, imediatamente."
José Calisto - Associação Para a Defesa da Qualidade de Vida na 7ª Colina (in Público: O que faria para melhorar Lisboa?/18 Julho 2005)
José Calisto - Associação Para a Defesa da Qualidade de Vida na 7ª Colina (in Público: O que faria para melhorar Lisboa?/18 Julho 2005)
segunda-feira, julho 18
Porticos para que? Novo sistema de Via Verde?
Foram instalados quer na Rua Ramalho Ortigão quer na Av Antonio A. de Aguiar o que parece serem pórticos com antenas para o controle de tráfego ou a via verde. Será o Bairro Azul integrado na zona de teste do novo sistema de entradas e saidas na cidade, ou para cargas e descargas? Alguem confirma esta informação? E já alguém percebeu como vai funcionar o dito sistema de cargas e descargas? Deixamos de ter lugares e passamos a ter "bolsas" ....
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